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Competindo operacionalmente

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Publicado em 16/06/2009 por bruno


Dentro do conceito de competitividade, seja nas teorias ensinadas ou na prática observada, podemos distunguir duas formas essenciais de competição: Efetividade operacional e Estratégia. Cada uma, a seu modo, contribui para que um organismo, seja uma empresa, uma pessoa, ou mesmo um animal, possa ter sucesso em seus intentos.

No post de hoje quero falar um pouco desta 1a forma essencial: Efetividade operacional!

Se você tiver TV por assinatura em casa e puder dispor de um destes canais que mostram a vida dos animas selvagens na áfrica, permita-se um dia assistir ao estonteante espetáculo de um leopardo caçando.  O leopardo é um belo exemplo de organismo altamente evoluído e que dispõe de competências extremamente adequadas para a sobrevivência em seu meio.

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Assertividade ajuda a manter o emprego e um bom clima!

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Publicado em 13/05/2009 por bruno


Um ambiente de trabalho saudável e equilibrado nem sempre é algo fácil de ser conseguido. Como empresas são compostas por pessoas, e pessoas são compostas, em parte, por hormônios, emoções e diferentes percepções da realidade, torna-se muito fácil acontecer situações que podem criar permanentemente um clima de desconforto.

Em qualquer empresa, por mais unida que seja a equipe, haverá momentos e pontos de discordância. Saber gerenciar adequadamente isto é fundamental para a sobrevivência e crescimento de todo profissional.
Aqui vem uma palavra: assertividade.

Podemos dizer que esta é a capacidade de se expressar da forma mais adequada em cada tipo de situação. Nem demais, nem de menos.

Um exemplo pode ser o de um profissional que fez um trabalho para seu superior, e sentiu que não foi devidamente reconhecido, ou que seu superior repassou o trabalho a instâncias ainda mais altas, sem evidenciar quem “de fato” fez o trabalho.

Logicamente, é direito do profissional ficar magoado ou chateado. Aí então temos duas possíveis reações, bem típicas, e ambas não assertivas.

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Você é orientado para resultados?

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Publicado em 22/04/2009 por bruno


Na pressa contemporânea do mundo corporativo é fácil perceber que profissionais vão sobreviver nas empresas: Os que entregarem resultado.

Ok que isto não é novidade alguma, ainda assim há muitos profissionais que não conseguem gerenciar ou mesmo entender claramente os resultados que obtêm. Costumam ficar focados no que estão fazendo,  e nem sempre em que resultatos tangíveis irão obter com aquil,

Têm gente que faz aqui, mexe ali, arruma lá, e no fim das contas até que muito fez, mas pouco realizou. Só que desde sempre, e mais ainda hoje, as empresas não estão muito interessadas em saber “o que você fez”, e sim “que resultados você obteve”?
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Empreender com o conhecimento

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Publicado em 30/03/2009 por bruno


Ok, você sabe! Mas e daí?

Muitas pessoas que se graduam ficam bastante perplexas por não conseguirem vender seus serviços no mercado nem entrar em uma empresa. Isto se dá por um motivo simples:O que entendemos como sendo EDUCAÇÃO nem sempre dá conta de atender à realidade do mundo atual.

Na verdade o termo educar vem de educere, que significa extrair, trazer à tona algo que está dentro daquele que aprende. Aprender não é, de forma alguma, acumular informação ou decorar um livro inteiro de procedimentos.

Aprender é compreender o conhecimento e dialogar com ele a partir de uma postura ativa e inquisitiva, e principalmente, ser capaz de usá-lo. Isto é o que pode ser chamado de empreender com o conhecimento. Muita gente por aí anda cheio de informação na cabeça, mas não faz a mínima idéia do que fazer com ela.

Ora, informação sem empreendedorismo é como ter um carro - às vezes uma Ferrari - e não saber dirigir. Tem gente que é tão inteligente, mas tão inteligente que não faz mais nada além de ser inteligente. Conhece gente assim? São pessoas muitas vezes cultas, possuidoras de informações valiosas, mas que não aprenderam a empreender com a informação que têm.

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Como não perder uma vaga de emprego!

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Publicado em 10/02/2009 por bruno


O que vai te eliminar em um processo seletivo para “aquela” vaga, ou mesmo fazer com que você não consiga sobreviver no emprego, é a falta de experiência e conhecimento específico sobre as funções do cargo, correto?

Errado! Ou melhor, quase sempre errado. Tudo bem que se você se atrapalhar completamente com as tarefas técnicas fica impossível trabalhar, mas o que tenho observado como gestor de RH é que na maioria das vezes as pessoas perdem seus cargos (ou deixam de ser contratadas) por motivos que nem sempre tem a ver com capacitação técnica.

O problema é EDUCAÇÃO mesmo, não no sentido de instrução, mas no sentido de não ser mal educado, rabugento, grosso, intratável.

Mais uma vez, e sem muito espanto, vi um profissional perder uma vaga, única e exclusivamente por falta de educação. Seu currículo chegou às minhas mãos através de uma headhunter, e imediatamente encaminhei ao setor técnico responsável por fazer a primeira entrevista. Minutos depois me chamaram, e eis o que ouvi do responsável:

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Aprenda inglês, mas é pra ontem!

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Publicado em 26/01/2009 por bruno


Às vezes ouvimos certas coisas, sabemos que é verdade, mas mesmo assim não tomamos uma atitude em relação a elas enquanto não nos atingem “na cara”.

Então este post é sobre um assunto batido, cansado, babado, velho, empoeirado, mas para o qual gostaria de chamar atenção para você não tomar “na cara” como vi acontecendo no último mês com algumas pessoas.

Quando trabalhava apenas como consultor em gestão de carreira, era óbvio que eu orientava as pessoas a respeito da extrema importância de aprenderem inglês. Não falo de ter um “diploma” de formação na língua. (acredite, raramente alguém vai te pedir isto nas empresas), e sim de “falar e escrever” na prática. Não precisa ser perfeito, mas tem que dar conta de comunicar.

Desde o final do ano passado recebi uma proposta de emprego e venho atuando como co-responsável pelo setor de RH do Brasil, para uma empresa multinacional. E que susto! Só no último mês vi sete profissionais perderem uma vaga de emprego, única e exclusivamente pela falta do idioma.

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Recém-graduado em 2009, algumas palavras…

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Publicado em 07/01/2009 por bruno


Pois é, o ano acabou, você se graduou, recebeu o diploma, comemorou, comeu, bebeu, sorriu, é festa, é natal, é réveillon, é verão e… A realidade.

Tudo bem, talvez você que agora lê este post já esteja com algo “garantido”, mas a grande maioria, com toda certeza, não. Nestas horas os sentimentos são diversos, e as atitudes vão desde comprar a folha dirigida até encher a cara no boteco ou perturbar aquele tio que tem uma empresa.

Uma sugestão caro leitor: Calma. E outra: mova-se! Logo!

Pode parecer antagônico, mas não é. Não parar é o segredo, mas sem desespero. Sim, tenho uma boa notícia para você: O mundo está cheio de oportunidades, lotado, abarrotado!

Agora uma não tão boa: é pouco provável que sua universidade o tenha preparado para descobri-las, conquistá-las e mantê-las.

Resultado? Você terá que fazer isto por conta própria. Mas anime-se, você tem na ponta dos dedos algo que geração alguma teve: Informação! O Google está aí e não me deixa mentir; procure lá como plantar batatas inglesas orgânicas, e você achará.

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Atores corporativos (ou gato por lebre)

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Publicado em 26/11/2008 por ogerente


Um dos trabalhos que desenvolvia como consultor em Desenvolvimento Humano, era o de preparar pessoas para processos seletivos, especialmente profissionais especializados em busca de cargos na média gerência.

Os passos deste trabalho envolvem revisão de currículo, mapeamento da história profissional, postura corporal, organização e verbalização de idéias, preparação para perguntas específicas, enfim, uma série de dicas, truques e “sugestões” valiosas para aqueles que vão enfrentar o processo.

O último passo deste trabalho, no entanto, parece paradoxal para algumas pessoas. Isto porque depois de “treiná-las” para determinado desempenho, na última sessão eu sempre digo: Faça o que fizer, seja natural!

__ Mas como? Diziam alguns. __ Todo este treinamento em postura, técnicas, voz, etc.. etc… e você vem me dizer para ser natural?

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Você, a crise, e seu emprego!

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Publicado em 01/11/2008 por bruno


Nos últimos dias quem é ligado em assuntos como mercado financeiro e economia vêm assistindo a um filme capaz de gerar emoções de dar inveja a alguns roteiristas de Hollywood. A cada minuto a situação muda, a cada dia um novo cenário, e os governos que se desdobrem para minimizar o estrago.

Embora já não seja mais latente, e sim presente, a crise ainda não mostrou a totalidade dos reflexos que pode ter “na carne” das empresas. Não sabemos até que ponto a possível quebradeira vai afetar diretamente os cargos das pessoas e o quanto vai desaquecer o mercado de contratações. Mas uma coisa é certa: Apertem os cintos.

Tenho conversado com colaboradores de grandes empresas nacionais e em algumas delas a situação já pode ser vivenciada na prática, não exatamente com demissões, mas com enxugamento de custos a ponto de se refletir na remuneração do pessoal. E esta - melhor do que qualquer outra- é a hora de você mostrar sua lealdade à empresa.

Ficar junto na bonança é uma beleza, duro mesmo é permanecer firme em meio à tormenta; mas por incrível que pareça este pode ser o momento ideal para solidificar sua carreira ou mesmo ser cotado para uma futura promoção.

Em meio à turbulência a cúpula estará bem atenta àqueles que permanecerem firmes e aceitarem com bom senso as restrições geradas pelo momento, e certamente saberão valorizar os que honraram seus postos, trabalhando com mais vigor ainda, mesmo que perdendo alguns benefícios.

Embora não saibamos exatamente as proporções e a duração da crise, uma coisa é certa, ela vai passar. E quando isto acontecer os investimentos retornarão e o prêmio será para os guerreiros que mostraram persistência e “cabeça fria”.

Portanto, se você faz parte de uma organização que está sendo “balançada” e cogita “dar o fora” o mais rápido possível, sugiro que reflita com bastante calma, pois dependendo do que  estiver disposto a enfrentar durante a tempestade, você poderá colher muitos frutos quando o céu azul se abrir.
Até mais!



Quem “precisa” de quem mesmo?

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Publicado em 24/09/2008 por bruno


A ordem tradicional e centenária do capitalismo sempre deixou claro uma coisa, mesmo que, às vezes, disfarçadamente: Manda quem pode (quem é empregador) e obedece quem tem juízo (quem é empregado).

Assim tem sido o mundo há muito tempo, e assim é o comportamento de muitos empresários, gestores e “empregadores”. Ainda existe neles a noção claríssima de que as pessoas precisam da empresa, mais do que a empresa precisa das pessoas.

Será mesmo?

É óbvio que mesmo hoje os “donos dos meios de produção” (ou prestação de serviços), ainda encontram-se econômica e, porque não dizer, socialmente acima daqueles que não são donos de nada além de suas próprias cabeças; estes são os que vendem sua “força de trabalho”.

No entanto, podemos observar de forma muito clara hoje a balança começando a pender para o lado do “mais fraco”! Por quê? Por um motivo simples: tem muito produto, serviço e tecnologia parecida no mercado, e cada vez mais a decisão de consumo de um cliente, ou a performance de uma empresa, depende menos de seu “dinheiro” e mais do comportamento de suas “pessoas”.

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