O novo capital!
Publicado em 30/08/2008 por bruno
Por mais que se diga que a competitividade profissional de hoje torne as coisas mais difíceis, não se pode negar que jamais houve uma época com tantas possibilidades para os que se capacitam e decidem partir em busca de um objetivo. Isto porquê vivemos no capitalismo uma mudança inédita e que está pondo tudo de pernas para o ar. Com produtos e serviços ficando dia a dia mais parecidos, o ponto nevrálgico do sucesso das empresas deixa de de ser o capital de giro para ser o capital humano.
Uma das concepções mais atualizadas em relação à gestão de pessoas atual diz respeito à aplicação de um modelo participativo de administração nas empresas, no qual os próprios colaboradores são chamados a contribuir para o processo criativo e de melhoria contínua em busca dos objetivos da organização.
É por isso que as empresas estão tão exigentes em relação ao perfil das pessoas que contratam como empregados ou prestadores de serviço. Porque compreendem que a partir de agora as pessoas serão o cerne de todo o movimento que as permitirá permanecer verdadeiramente competitivas. E sabe de uma coisa, as elas estão ávidas por encontrar estas pessoas, e principalmente por conquistá-lás.
Sempre se ouve falar em revistas especializadas, que a maior dificuldade para as organizações hoje pouco tem a ver com falta de capital ou infra estrutura, o que falta é gente. Ou melhor, gente capacitada!
As empresas não dependem mais de ter dinheiro para ganharem a competição, elas dependem de idéias, de boas idéias!
Percebe a grande novidade aí?
Ora, o modelo do capitalismo tradicional sempre valorizou o aporte de dinheiro (capital financeiro), como fonte propulsora do desenvolvimento capaz de levar as empresas a obter o sucesso. Quem tinha dinheiro disparava na frente e fazia as coisas acontecerem. Não faz mais!
Agora, o que está acontecendo é que o dinheiro, embora continue necessário, não é mais a única, nem mesmo a principal fonte de vantagem competitiva das empresas mais ousadas. O capital financeiro já não é mais a grande mola que impulsiona o desenvolvimento, e sim o capital humano.
Com um milhão de reais e sem uma idéia boa não se faz muita coisa no mundo de hoje. Agora, com uma idéia excelente e atitude empreendedora qualquer um pode encontrar investidores que estejam dispostos a colocar muito mais que isso em um negócio, ou ajudar uma empresa a fazer bons negócios. A questão decisiva agora, não é apenas “ter dinheiro para fazer”; e sim ter cérebro para descobrir “o que é para ser feito”.
E em um ambiente no qual o importante é ter idéias e fazer as coisas bem feitas o conhecimento torna-se muitíssimo mais valorizado que o dinheiro apenas. É isto que tem causado uma mudança enorme na maneira como as organizações buscam as pessoas, e principalmente na maneira como se relacionam com elas.
Porque é possível à empresa ser dona de prédios, carros, computadores e máquinas, mas ela não pode ser dona da cabeça das pessoas. E como não podem “possuir” os funcionários, resta às empresas cada vez mais agradar a eles, que constituem o seu maior patrimônio, seu capital mais imprescindível. Você!
Isto simplesmente inverte a lógica tradicional do capitalismo, vira tudo ao avesso e abre um enorme leque de oportunidades para as pessoas que sejam mesmo capazes e ousem trabalhar nestes novos tempos. A mesa virou, e quem tem competência, muito mais do que quem tem dinheiro, está por cima.
O mundo agora é dos que sabem e fazem, não mais dos que têm! E você, vai ficar parado?
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Psicólogo e Consultor 

Olá - Parabéns pelo conteúdo direto e atual em que o BLOG está se direcionando. Sou colunista do portal O Gerente e partidário de ferramentas abertas, com oestá, para preparaçã odo capital humano nacional
A fonte de equilibrio de um país não está nos seus recursos naturais, está naturalmente nos recursos que seu povo gerem de seu poder HUMANO
Sermos potenciam undial é o que menos interessa, o que realmente importa É SERMSO FELIZES, em casa, no lazer e profissionalmente falando
Vamos em frnete
Muito bom este blog. é por isso que algumas empresas estão igual ao livro publicado ano passado. A estratégia do oceano azul, pois valorizam muitissímo a mao de obra e não encontram concorrentes.
Diante do cenário que estamos passando, crises, mundo globalizado, etc etc
Um fator decisivo para uma empresa se manter competitiva e forte no cenário, e principalmente, manter e atrair os clientes não será o fato de serem ambientalmente corretas e terem um forte compromisso social. Ou ainda está muito longe disto ?
Eu vejo num futuro próximo que somente as empresas com forte apelo social e ambiental se mantenham no mercado, conquistando a preferência de clientes, consumidores……Já observo algumas empresas com tomando estas atitudes, mais ainda é algo muito pequeno, tímido.
Aguardo sua opinião
Achei o blog bastante interessante
Daniel, sua visão está correta, mas ainda temos por aí muitas empresas que são “verdes e socialmente responsáveis” apenas de fachada. Pregam uma coisa e fazem outra. No entanto o poder agora está na mão dos clientes. Cabe a todos nós começarmos a valorizar produtos de empresas que realmente são responsáveis, procurando saber de seus projetos e ações. Quando começarmos a boicotar aquelas que querem o lucro em detrimento do bem estar, estaremos ajudando a construir um mundo melhor.
Grande abraço e obrigado pelos comentários!
Bruno.