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	<title>Carreira e Sucesso &#187; Destaque</title>
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	<description>Trabalhando na Era do Conhecimento</description>
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		<title>A maior habilidade de todas</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2012 15:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/09/Collaboration_01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-539" title="Collaboration_01" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/09/Collaboration_01-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Independente de qual seja a natureza do trabalho ou a área profissional em que se atue, existe uma variável que é comum a todo e qualquer trabalho. Gente!</p>
<p>Tudo bem que algumas atividades têm uma ligação mais intrínseca com as pessoas do que outras, ainda assim a verdade é que o mundo é feito por pessoas, e para pessoas.  Se você quiser ser um bom profissional e  ter uma boa carreira, é até possível entender muito apenas de sua área técnica e dos processos de sua organização. Agora, se quiser realmente subir, galgar degraus e quem sabe se tornar até mesmo uma referência, eis minha sugestão:</p>
<p>Entenda de gente!</p>
<p>Entender o comportamento humano, entender como “chegar” até as pessoas e gerenciar seu relacionamento com elas é o maior poder que você pode desenvolver. Enganam-se muitos profissionais que, pensando terem uma grande competência técnica, subestimam a grande importância de se saber lidar com pessoas.</p>
<p>Não é uma coisa geralmente fácil, e inclui: empatia, paciência, humildade,observação, estratégia, gentileza e até mesmo amor! E tenha certeza de que uma das maiores habilidades que você pode ter em sua carreira é “a habilidade de conseguir a colaboração das pessoas à sua volta”.</p>
<p>Trabalho em uma empresa de projetos e posso dizer sem qualquer dúvida que os maiores problemas que temos estão longe de estarem relacionados à habilidade técnica das pessoas. Na verdade eles têm origens muito mais simples e básicas, e podem ser vistos em nossa espécie até mesmo no jardim de infância: Pirraça, orgulho, inveja, impaciência, ignorância, altivez, e por aí vai. É isso que atrasa projetos, é isto que destrói equipes, é isto que inviabiliza a colaboração.</p>
<p>Fico pensando que as disciplinas profissionais poderiam se focar um pouco menos apenas nos aspectos técnicos de uma profissão e desenvolver mais a habilidade relacional das pessoas. Não só gerentes, diretores e presidentes &#8211; ou seja, gestores &#8211;  devem entender de pessoas.</p>
<p>Seria muito produtivo se toda a organização, do faxineiro ao CEO, fosse constituída por pessoas que sabem se relacionar de maneira madura e inteligente umas com as outras. No entanto, tal capacidade parece que é deixada em segundo plano, apenas como uma característica pessoal que, ou se tem, ou não se tem.</p>
<p>Por isto deixo aqui, para você que busca conhecimento em busca de crescimento, esta sugestão que considero como uma das mais importantes que já escrevi neste blog: Invista em desenvolver sua habilidade de se conectar com as pessoas; de conversar, ser humilde, entender, convencer, explicar, esperar, e de encontrar por trás de tanto orgulho , medo e resistência, o ser humano que está ali, prontinho para colaborar com você.</p>
<p>Acredite, se conseguir isto, terá o mundo aos seus pés!</p>
<p>Até mais!</p>
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		<title>Não seja um profissional planta!</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2012 15:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você contrata o indivíduo, descreve para ele o papel que deve desempenhar, mas...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/08/lazy_worker.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-536" title="lazy_worker" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/08/lazy_worker-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Existe uma plantinha na natureza, da qual não me lembro o nome, que quando é tocada se fecha completamente, provavelmente buscando se proteger do estranho que invade seu espaço. Tais plantinhas ficam ali, paradas, inertes, imóveis. À não ser que recebam algum estímulo, continuam rigorosamente paradas.</p>
<p>Assim são as plantas, assim são alguns profissionais. Você contrata o indivíduo, descreve para ele o papel que deve desempenhar, mas por motivos variados o sujeito insiste em se comportar como uma planta sensitiva. Se você abordar, se mexe, o mínimo possível. Agora, se você não abordar, não pedir, não solicitar, não cobrar, fica ali, como a plantinha satisfeita por não ser incomodada.</p>
<p>Algumas vezes ainda, se  for questionado sobre o motivo que não ter tomado alguma atitude, responde: __ Mas você não me pediu! __.</p>
<p>É de impressionar a falta de imaginação (ou a preguiça) de algumas pessoas que ocupam os quadros das empresas hoje, sejam elas grandes ou pequenas. São pessoas exclusivamente reativas.</p>
<p>Falo de verdade, se você passar o dia sem solicitar algo, ficam o dia todo ali, ou paradas ou fuçando alguma coisa pessoal.  São incapazes de propor, sugerir, iniciar, enfim, surpreender a empresa com algo que, embora não tenha sido requisitado, pode ser muito útil.</p>
<p>Eu me lembro do caso de um jovem que trabalhava no suporte a usuários de TI. Cheguei até ele um dia, expus que meu telefone havia tido um problema com a conta de email, e entreguei o aparelho para que pudesse ser configurado. No entanto, 10 minutos depois precisei sair para uma reunião, e peguei o aparelho de volta, dizendo que depois o entregaria para ele arrumar.</p>
<p>Então resolvi fazer o seguinte teste: Não vou levar o aparelho até ele, e veremos se ELE irá me procurar para resolver o problema. Não que seja uma obrigação dele, afinal, eu disse que levaria de volta, mas será que esta pessoa sairia do “lugar comum” de dezenas de profissionais reativos e viria até mim espontaneamente tentar solucionar meu problema?</p>
<p>Pois depois disso já cruzei com o “Mr. Planta” mais de 15 vezes, até almoçamos juntos. Não seria possível ele ter esquecido do problema, pois 3 dias antes, quando levei o aparelho, ele sabia que era sério, eu gerenciava um projeto importante e precisava receber emails quase em tempo real. No entanto, por uma razão que minha inteligência não é capaz de compreender, ele jamais se manifestou proativamente para resolver meu problema. (E ganhar milhares de pontos comigo!!).</p>
<p>No quarto dia, como eu precisava do serviço, fui lá, entreguei o celular, e em meia hora estava resolvido. Tecnicamente o rapaz é bom, comportamentalmente, não é que seja ruim, ele é apenas “suficiente”. E gente suficiente apenas fica ali, não cresce!  É bem provável que vá passar a vida toda como assistente; e reclamando de nunca conseguir uma promoção.</p>
<p>Pois então fica minha sugestão, especialmente se você ainda está em níveis de assistência ou suporte. Não faça sua obrigação, não faça o que te pedem, faça além. Procure observar as pessoas que buscam sua ajuda e superar as expectativas dela. Não seja como uma planta sensitiva que somente reage, suficientemente, ao estímulo que recebe. Gente mediana ficará na média, morrerá na média.</p>
<p>Você às vezes não perceberá, mas toda vez que tomar a decisão de ir além da simples resposta a um problema e surpreender aquele que requisitou sua ajuda, esta pessoa, mais cedo ou mais tarde, falará de você. E quando ela encontrar outra pessoa que teve a mesma percepção, as duas concordarão que você é realmente muito mais do que um simples resolvedor de problemas; você é um criador de soluções. E é aí meu amigo que você começa a fazer sua lenda pessoal.</p>
<p>Não se acomode, não responda apenas, faça mais do que o mínimo e verá as portas se abrirem para você enquanto os “plantas” ficarão ali, dia após dia, ano após anos, sem sequer imaginar o motivo de não crescerem.</p>
<p>Sucesso!</p>
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		<title>Você precisa de férias ou de um desafio?</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Aug 2012 22:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu pensando no quanto estava cansado, estressado, desmotivado, e...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/08/running_businesman_jpg1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-533" title="running_businesman_jpg1" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/08/running_businesman_jpg1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Sabe quando a gente vai trabalhar e começa se sentir cansado já no meio da manhã? Ou então sente que a cabeça está muito cheia, não consegue relaxar direito, descansar&#8230; Na volta do almoço dá aquele sono e mal agüentamos esperar a famosa badalada das 18:00! Seria muita pressão? Excesso de trabalho?  Está lidando com mais do que você pode suportar?</p>
<p>Talvez seja justamente o contrário!</p>
<p>Por mais estranho que pareça, o seu cansaço e desânimo pode ser justamente a falta de uma atividade desafiadora e que realmente ocupe sua cabeça, ao invés de excesso de trabalho. Há algum tempo eu vinha sentindo alguns destes sintomas de desânimo, e pensando seriamente nas possíveis causas. Estava na área de RH há quase 4 anos, e embora houvesse um bom volume de trabalho, eu já não me sentia mais tão desafiado, o brilho dos olhos já não era o mesmo, o cansaço batia durante o dia, concentração diminuída&#8230; . Conclusão: eu precisava de férias!</p>
<p>Pois bem, assinei o papel, marquei os dias, o chefe informado,e uma semana antes do tão desejado e necessário “descanso”, sou chamado à sala da diretoria.</p>
<p> __ Bruno, temos um novo projeto e gostaríamos que você participasse. É um trabalho um pouco diferente, que envolve RH, porém mais focado em gerenciamento de projeto, e com muito mais responsabilidade!</p>
<p>Fiquei mudo.</p>
<p>Eu pensando no quanto estava cansado, estressado, desmotivado, e em vez de férias triplicam minha responsabilidade? Se bem que me fizeram uma proposta, eu não era obrigado a aceitar. Mas aceitei, afinal era uma chance única de mostrar competência para a empresa e assumir uma nova responsabilidade.</p>
<p>Pois bem, já faz quase 1 mês que estou neste novo projeto, me mudei de cidade, trabalho agora dentro de um canteiro de obras, e minha jornada média passou de 9 para 12 horas de trabalho, incluindo o deslocamento. Se antes eu cuidava de x, y, e z, agora estou cuidando to alfabeto inteiro, e erros que eu poderia cometer antes, nesta posição, serão certamente fatais.</p>
<p>A surpresa? Estou muito mais bem disposto, animado, alerta e engajado! As férias foram canceladas, e para falar a verdade não estou assim tão ansioso para descansar; pelo contrário!</p>
<p>O fato é que descobri na prática, através dos revezes da vida, que eu precisava é de um desafio, e não de descanso! Logicamente não estou dizendo que não possa haver pessoas estressadas e com excesso de trabalho. Há muitas! No entanto, muitas vezes aquela perda de “tesão” na vida profissional pode estar justamente relacionada à necessidade de uma tarefa desafiadora e de maior sentido. Pelo menos esta é minha opinião.</p>
<p>E você, o que acha?</p>
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		<title>Procurando o 1o emprego? A hora é agora!!!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jul 2012 17:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por isto, se você é recém graduado, está em vias de se formar, ou...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/07/procurar-emprego.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-526" title="procurar-emprego" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/07/procurar-emprego-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a>Pois é, enfim chegou aquele dia que muitos brasileiros não imaginavam ver tão cedo, o chamado pleno emprego! É verdade, nosso país é a bola da vez, o lugar do momento. Lá fora já tem gringo pagando caro para aprender nosso idioma, e os consulados estão abarrotados de gente querendo entrar aqui para viver o “sonho tupiniquim”.</p>
<p>Por outro lado, justamente o fato de a economia estar a pleno vapor, trazendo investimentos milionários e fazendo com que multinacionais venham aportar aqui, evidencia o fato de que nossa força de trabalho ainda é insuficiente ou pouco preparada para ocupar as posições que são abertas. E é aí que as novas gerações, que estão entrando agora no mercado, podem ser dar bem.</p>
<p>Muitas empresas multinacionais têm percebido o seguinte: já que não vão achar pessoas prontas no mercado, dada a imensa demanda que está sendo criada, uma excelente saída é investir em jovens que, apesar de não ter muita experiência, possuem energia, potencial e comprometimento o suficiente para serem preparados para ocupar as novas posições criadas. O motivo? A nova geração aprende mais rápido e está muito mais antenada em novas tecnologias.</p>
<p>Por isto, se você é recém graduado, está em vias de se formar, ou em busca de seu 1º emprego, acredite, não há momento melhor!  Comece hoje mesmo a pesquisar na web quais os caminhos a serem percorridos, como agir, aonde buscar, de que forma preparar um currículo, fazer uma entrevista, enfim, invista de maneira séria e profissional nesta busca, pois o que há no Brasil hoje é o que chamamos de “janela de oportunidade” para quem quer conseguir um emprego.</p>
<p>Aqui vai uma dica: Não adianta mais procurar em jornais ou classificados impressos. Embora eles ainda existam, é na web que as empresas mais agressivas investem hoje . Na verdade isto tem feito com que novas empresas surjam justamente para oferecer serviços a esta nova geração. Uma delas por exemplo é a Link Empregos, que além de <a href="http://www.linkempregos.com.br/"><span style="color: #0000ff;">vagas de trabalho</span> </a>oferece dicas preciosas para quem ainda não sabe bem por onde ou como começar.</p>
<p>É importante dizer que  apesar da grande procura, não adianta fazer um currículo de qualquer jeito e sair disparando para todos os lados. A <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.linkempregos.com.br/"><span style="color: #0000ff;">busca de emprego</span></a></span> exige planejamento, seriedade e dedicação, o que nem sempre é tão fácil, mas por outro lado, tenha certeza, não há momento melhor para fazer isto do que AGORA!</p>
<p>Tá esperando o que?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As competências que fazem a diferença!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2012 13:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qualquer profissional hoje, por melhor que seja em desempenhar seu papel técnico e executar aquilo para o que foi...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/07/7332859-fumetto-retro-uomo-e-successo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-523" title="7332859-fumetto-retro-uomo-e-successo" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/07/7332859-fumetto-retro-uomo-e-successo-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Todos os anos milhares de jovens se graduam no ensino superior passando a enfrentar o desafio de se colocarem ativamente no mercado de trabalho, e infelizmente o que percebemos é que parte considerável deles, em pouco tempo, acaba se “encaixando” em alguma área diferente daquela na qual se formou ou mesmo ficando paralisada frente à multiplicidade de desafios do mundo atual.</p>
<p>Na verdade grande parte deste desencontro ocorre pela falta de alinhamento entre aquilo que se aprende na universidade e aquilo que se busca na “vida real”. O avanço da competitividade no mundo das organizações tem feito com que o profissional necessite ser competente em muito mais áreas do que aquela na qual se graduou. a verdade é que muitos ainda pensam que as <strong>competências específica</strong>s que aprenderam em sua disciplina são suficientes para torná-los competitivos. Não são!</p>
<p>Qualquer profissional hoje, por melhor que seja em desempenhar seu papel técnico e executar aquilo para o que foi preparado na universidade, irá enfrentar enormes dificuldades de se inserir e se manter no mercado se não for capaz de desenvolver uma série de <strong>“competências transversais</strong>” que servirão de apoio e ponte entre o conhecimento técnico e o mercado na prática.</p>
<p>Por competências transversais, neste caso, podemos entender uma série de <strong>conhecimentos, habilidades e atitudes</strong> que, somadas ao conhecimento técnico essencial da área, poderão fazer com que o profissional se torne competitivo no mercado de hoje. Entre elas podemos colocar a <strong>habilidade de fazer marketing pessoal, a flexibilidade, a inteligência emocional, a pró-atividade, a capacidade de boa comunicação escrita e falada, a tolerância a realidades incertas e não lineares, o planejamento, a gestão, a liderança e uma série de outras competências que não são formalmente ensinadas na universidade. </strong></p>
<p>Tais competências adicionais não seriam tão imprescindíveis há até duas décadas atrás, em que as relações de emprego eram mais estáveis e a competitividade não havia atingido os patamares quase absurdos de hoje. Em um mundo mais estável, linear e menos caótico ainda havia lugar para aqueles que apenas dessem conta de apresentar um bom desempenho técnico em sua área específica. Não há mais!</p>
<p>Sendo assim, a sugestão que fica aos que em breve irão se graduar e mesmo aos profissionais que já estejam no mercado e ainda não tenham alcançado o lugar desejado, é prestar bastante atenção nestas complementaridades e, na medida do possível, buscar agregá-las a seu “kit de ferramentas”.</p>
<p>Felizmente, hoje o aceso à informação é muito simples e barato, e qualquer pessoa com um mínimo de disposição pode rapidamente tomar conhecimento sobre este “plus” que o mercado de trabalho exige em sua área. O jogo se tornou mais rápido, mais complexo e menos previsível, e os jogadores agora terão que treinar muito mais e desenvolver as mais inusitadas habilidades se quiserem permanecer em campo até o final do campeonato, que, para dizer a verdade, é um campeonato sem fim!</p>
<p>Até a próxima</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perfil profissional: O que o mercado procura!?</title>
		<link>http://ogerente.com/carreiraesucesso/2012/06/26/perfil-profissional-o-que-o-mercado-procura/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 14:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eis porque, a postura que a maioria de nós desenvolveu na universidade talvez sirva para muito pouco na...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/06/6_secrets_to_success.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-519" title="6_secrets_to_success" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/06/6_secrets_to_success.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a>Em um ambiente caótico como o que vivemos, no qual a tecnologia está levando as empresas ao auge de suas capacidades e a linearidade dos acontecimentos é praticamente inexistente, torna-se imprescindível a qualquer empresa fazer uso de estratégias inteligentes para criar vantagem na competição.</p>
<p>E isto leva estas empresas a procurarem no ambiente as pessoas capazes de fomentar, desenvolver e executar estas estratégias, além é claro de trabalharem com novas tecnologias e darem conta das imensas exigências de um mundo que se reconstrói em tempo real.</p>
<p>Sim, falamos de pessoas emocionalmente saudáveis e empreendedoras, entre outras mil coisinhas&#8230;</p>
<p>Digamos que o que se busca nos dias de hoje é o profissional que valoriza a comunicação, que seja pró-ativo em relação ao conhecimento, tenha uma postura flexível, e seja crítico e ético ao mesmo tempo.</p>
<p>Alguém que saiba trabalhar em grupo e respeitar as diferenças individuais, que desenvolva sua inteligência emocional, fale mais de um idioma, seja polivalente, inovador, desafiador, tenha, em certos cargos, capacidade de liderança e  que saiba encontrar, organizar e processar as informações necessárias para contribuir como agente no processo de inovação, criando conhecimento e agindo.</p>
<p>Isto significa <em>entender o que a empresa faz, dar sugestões reais e efetivas para a melhoria de processos ou ajuste das estratégias, e executar as ações necessárias para que a mudança aconteça.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>No caso de você ser um profissional liberal (Autônomo) significa<em> transformar seu conhecimento em serviços, executá-los com muita efetividade e traçar estratégias inteligentes para atrair e manter clientes satisfeitos.</em></p>
<p>Por acaso te ensinaram isto na faculdade? Não creio.</p>
<p>Caso você opte por arranjar um emprego (e se manter nele) saiba que as empresas de hoje não vão te pedir para ficar ouvindo instruções eternamente, nem vão te dizer o que fazer sempre. Isso acabou!</p>
<p>O que elas vão fazer é colocar você em uma equipe ativa, com um objetivo desafiador, um prazo definido, um orçamento apertado e perguntar <em>qual sua contribuição</em> naquele contexto, e o que <em>de fato</em> você vai fazer para produzir alguma coisa, melhorar algum processo ou acelerar alguma atividade.</p>
<p>Ou melhor, muitas vezes elas não vão sequer perguntar, e mesmo assim esperam que você se adiante e faça isto, observando o ambiente, tirando conclusões &#8211; de preferência aguçadas e certeiras &#8211; e acima de tudo, agindo!</p>
<p>Eis porque, a postura que a maioria de nós desenvolveu na universidade talvez sirva para muito pouco na vida real da era do conhecimento.</p>
<p>Empresas procuram cada vez menos por <em>recursos humanos</em> e cada vez mais por <em>parceiros humanos</em>, pessoas com vontade e capacidade de realizar, que usem todo o seu conjunto de atributos técnicos e comportamentais em busca do alcance dos objetivos organizacionais. E sabe: elas pagam bem para isto!</p>
<p>Até mais!</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><em>Texto adaptado de meu livro &#8220;Terminei a Faculdade, e agora?&#8221; </em></span></p>
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		<title>Capital humano; o que é afinal de contas?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 15:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um ambiente no qual o importante é ter idéias e fazer as coisas bem feitas, o...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/06/capital-humano.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-514" title="capital-humano" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/06/capital-humano.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Atente para a premissa abaixo:</p>
<p>No mundo de hoje as organizações precisam dar conta de executar seus processos de maneira efetiva ao mesmo tempo em que se planejam e se re-organizam para responder em <em>tempo real</em> às mudanças dos concorrentes. Não é muito diferente do que qualquer equipe esportiva faz. Por isso falamos tanto em “times” nas empresas atualmente.</p>
<p>É um ambiente que exige flexibilidade, imaginação, pró-atividade e ousadia. Por isso se busca cada vez mais pessoas com estas características, pois elas serão, através de seu conhecimento, suas habilidades e suas atitudes, o pilar no qual a nova maneira de competir irá se sustentar e se desenvolver.</p>
<p>Dito isto, podemos entender um pouco melhor o que alguns teóricos contemporâneos querem dizer quando afirmam que o <em>capital humano</em> é um dos ativos mais valiosos no mercado hoje em dia.</p>
<p>Uma das concepções mais atualizadas em relação à gestão de pessoas, diz respeito à aplicação de um modelo <em>participativo </em>de administração, no qual os próprios empregados e prestadores de serviço da empresa são chamados a contribuir para o processo criativo e de melhoria contínua em busca dos objetivos da organização.</p>
<p>É por isso que as empresas estão tão exigentes em relação ao perfil das pessoas que contratam. Porque compreendem que a partir de agora <em>as pessoas</em> serão o cerne de todo o movimento que as permitirá permanecer verdadeiramente competitivas.</p>
<p>E sabe de uma coisa, as organizações estão ávidas por encontrar estas pessoas, e principalmente por conquistá-las!</p>
<p>Não entendeu ainda? VOCÊ é o capital humano!</p>
<p>Sempre se ouve falar agora, que a maior dificuldade das empresas, além de encontrar gente capaz para compor seus quadros, é conseguir <em>manter </em>os melhores profissionais que já contrataram, porque estes são disputados à tapa pela concorrência, por serem (ainda) raros!</p>
<p>O modelo do <em>capitalismo tradicional</em> sempre valorizou o aporte de <em>dinheiro </em>(capital financeiro), como fonte propulsora do desenvolvimento capaz de levar as empresas a obter o sucesso. Quem tinha dinheiro fazia as coisas acontecerem.</p>
<p>Agora, o que está acontecendo é que o dinheiro, embora continue necessário, não é mais a única, nem mesmo a principal fonte de vantagem competitiva das empresas mais ousadas. O capital financeiro já não é mais a grande mola que impulsiona o desenvolvimento, e sim <em>o capital humano, ou se preferir, capital intelectual.</em></p>
<p>Com um milhão de reais, mas sem uma idéia boa, não se faz muita coisa no mundo de hoje. Agora, com uma idéia excelente e <em>atitude empreendedora</em> qualquer um pode encontrar investidores que estejam dispostos a colocar muito mais que isso em um projeto, ou ajudar sua empresa a fazer bons negócios. A questão decisiva agora, não é apenas “<em>ter dinheiro para fazer</em>”; e sim ter cérebro para descobrir “<em>o que é para ser feito</em>”.</p>
<p>Em um ambiente no qual o importante é ter <em>idéias e fazer as coisas bem feitas</em> o conhecimento torna-se muitíssimo mais valorizado que o dinheiro apenas. É isto que tem causado a mudança enorme na maneira como as organizações buscam as pessoas, e principalmente na maneira como se relacionam com elas.</p>
<p>Porque é possível à empresa ser dona de prédios, carros, computadores e máquinas, mas ela não pode ser dona da <em>cabeça das pessoas.</em> E como não podem “possuir” os funcionários, resta às empresas cada vez mais agradar a eles, que constituem o seu maior patrimônio, seu capital mais imprescindível.</p>
<p>Isto simplesmente inverte a lógica tradicional do capitalismo, <em>vira tudo ao avesso</em> e abre um enorme leque de oportunidades para as pessoas que sejam mesmo capazes e ousem trabalhar nestes novos tempos. A mesa virou, e quem tem <em>competência</em>, muito mais do que quem tem dinheiro, está por cima.</p>
<p>O mundo agora é dos que sabem e fazem, não mais dos que têm! Ou seja, trabalho existe, e muito; empregos também; mas ainda são poucos os que se adaptaram à nova maneira de atuação.</p>
<p>Você quer competir? Então tem que se preparar!</p>
<p>Acompanhe nossos posts!</p>
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		<title>Manter e mudar &#8211; (segredo do sucesso!)</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 13:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Manter e mudar quer dizer o seguinte: Identifique os pontos que tem a desenvolver...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/06/ingles-sucesso-31.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-508" title="ingles-sucesso-31" alt="" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/06/ingles-sucesso-31-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>Estou lendo atualmente o livro “O poder dos modelos replicáveis” de<a href="http://www.bain.com/about/people-and-values/our-team/profiles/james-allen.aspx"><span style="color: #0000ff;">James Allen</span> </a>e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chris_Zook"><span style="color: #0000ff;">Chris Zook</span></a>, dois grandes nomes da mundialmente famosa consultoria <a href="http://www.bain.com/offices/saopaulo/pt/index.aspx"><span style="color: #0000ff;">Bain &amp; Company</span></a>, que trata basicamente de como algumas empresas conseguem se manter competitivas ao longo do tempo construindo estratégias sólidas de competição que, embora se adaptem às contingências externas do ambiente, mantém a simplicidade  e sua essência como pilares do sucesso sustentável.</p>
<p>O livro é fácil de ler, se considerarmos a complexidade do assunto, e dele podem ser tiradas várias mensagens interessantes para nosso desenvolvimento pessoal. Entre estas, existe uma que quero compartilhar com você:</p>
<p>Manter e mudar!</p>
<p>Explico:</p>
<p>Todos nós, em determinados momentos da vida, experimentamos a sensação de que precisamos transformar hábitos, sacudir a poeira, enfim, mudar de vida. Pode ser que queiramos emagrecer, mudar nossa postura em relação ao trabalho ou mesmo a forma como nos relacionamos com as pessoas. Mudar, mudar, mudar! É bom? Geralmente sim. É possível? Quase sempre! É fácil? Hum&#8230;</p>
<p>O que acontece muitas vezes conosco é que, às vezes estamos tão aborrecidos com a forma como vivemos nossa vida, e queremos tanto melhorar de forma drástica nosso desempenho, ou mudar algo em nós, que corremos o risco de nos perdermos durante o processo; de nos perdermos de nós mesmos. Já experimentou aquela sensação de “mudar” para agradar um namorado ou namorada, e de repente perceber que você, o “você” de verdade, não está mais ali?</p>
<p>Se sim, não fique triste, tem muita gente &#8211; e muita empresa &#8211; te fazendo companhia!</p>
<p>Grande parte da  mensagem que estes dois eminentes consultores trazem, obtida através de anos de estudo &#8211; e que é extremamente válida -não é assim tão diferente daquilo que todo ser humano deve considerar em sua vida pessoal:</p>
<p>Respeite sua essência!</p>
<p>Você pode mudar seu comportamento, mas dificilmente mudará seu temperamento. Você deve buscar a transformação, mas manter o foco na essência de “quem você realmente é”. Senão é desastre quase certo.</p>
<p>Como ser humano, sua estrutura emocional é fruto da genética herdada por seus pais e das interações que você teve com o ambiente, especialmente em idade mais tenra. O que, ou melhor, “quem” você é,  é o resultado de como seu mundo interno, ou sua ”psiquê” se adaptou à realidade à sua volta. E se você ainda está vivo e mentalmente saudável, podemos dizer que esta adaptação foi em grande parte bem sucedida.</p>
<p>Manter e mudar quer dizer o seguinte: Identifique os pontos que tem a desenvolver, descubra como trabalhar isto, planeje mudanças, execute-as, mas cuidado para não se perder de você mesmo. Você tem uma essência, um modo de ser que foi construído e que é, em grande parte, bem sucedido, e deve ser respeitado.</p>
<p>Querer mudar “tudo”, ou ignorar sua essência, seu pendor, sua maneira intrínseca de ser,vai acabar te desestruturando e fazendo com que você fique sem rumo.</p>
<p>As perguntas são: O que é bom e deve permanecer? O que realmente posso mudar sem perder minha identidade? O quanto posso me forçar sem violentar minha essência?</p>
<p>Manter e mudar, eis a essência da evolução sustentável em nosso mundo, seja em pequenos organismos celulares, seja em grandes organismos corporativos, seja nas pessoas como você e eu.</p>
<p>Em artigos futuros vou tentar exemplificar de forma clara estes conceitos.</p>
<p>Fique conosco, e até mais!</p>
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		<title>Você não é (ou não deveria ser) o seu trabalho!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2012 15:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na verdade o que acontece é que a geração que nasceu a partir dos anos 70 encontrou um universo profissional no qual o tal do sucesso...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/06/overloaded-440.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-502" title="overloaded-440" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/06/overloaded-440-300x180.gif" alt="" width="300" height="192" /></a>                                                                                                    </p>
<p> Hoje durante o almoço estava assistindo a um quadro jornalístico no qual um psicólogo falava sobre Auto-Conceito e Auto- Estima. Ele explicava que Auto- Conceito é o que você &#8220;pensa&#8221; de você mesmo, e auto-estima é o que você &#8220;sente&#8221; a seu respeito.</p>
<p>Desta forma, segundo ele, é totalmente possível uma pessoa ser &#8220;cognitivamente consciente&#8221; de suas qualidades (ser bonita, inteligente, capaz) e ainda assim ter uma auto-estima frágil, &#8220;sentindo-se&#8221; inferior a outras.</p>
<p>Enfim, o assunto é complexo e somente o citei aqui para pontuar o seguinte: muitas vezes nós temos muito pouco controle ou mesmo consciência sobre o que nos afeta!</p>
<p>Colocando esta lógica em nossa relação com o trabalho, quero chamar atenção para um fato curioso, através de uma pergunta:.</p>
<p>Você TEM um trabalho ou você É o seu trabalho?</p>
<p>Muita gente, embora cognitivamente diga que tem um trabalho, acaba se comportando emocionalmente como se o trabalho praticamente “definisse” sua existência.</p>
<p>Tudo bem que se formos computar matematicamente, a maior parte de nossas vidas nós passamos mesmo no trabalho (ao menos a maioria de nós). Isto não significa que o sentido de nossa vida, ou que aquilo que nos alegra ou entristeça, deva necessariamente ser este trabalho.</p>
<p>O que acontece quando não criamos esta separação, é que passamos a absorver totalmente todas as emoções, sejam elas boas ou ruins, às quais o trabalho nos remete. Daí ver tanta gente infeliz, nervosa, insatisfeita, estressada, por incapacidade de &#8220;separar&#8221; os problemas do trabalho do que realmente é a sua &#8220;essência&#8221;!</p>
<p>É claro que o trabalho irá sempre nos afetar, não ha como deixar a alma na porta do escritório e depois pegá-la ao final do expediente. Como pessoas, somos seres complexos, e nossa totalidade é constituída a partir do conjunto daquilo que vivemos, que experimentamos. Mas isto não significa que não possamos colocar limites e separações saudáveis para nosso bem estar e daqueles que nos rodeiam.</p>
<p>Dificilmente se encontra por aí pessoas totalmente, ou até mesmo muito satisfeitas com o trabalho. Elas existem, mas não são a maioria. O que algumas pessoas não lembram, no entanto é que, mesmo não estando satisfeitas no trabalho, podem sim estar satisfeitas em outras áreas de sua vida, e se apegar a isto como base de sua saúde emocional e mental.</p>
<p>Diferenciar você do seu trabalho é algo que pode começar com a simples constatação: <strong>Meu trabalho é algo que eu tenho, é algo que eu faço, NÃO É algo que eu sou.</strong> Você é mais do que seu trabalho! Se você acha que não é, algo está provavelmente errado.</p>
<p>Na verdade o que acontece é que a geração que nasceu a partir dos anos 70 encontrou um universo profissional no qual o tal do <strong>sucesso </strong>é perseguido como a nova maravilha do mundo. Todo mundo quer ser bem sucedido, quer ser orientado para resultados, que ser empreendedor, quer realizar, chegar ao topo, etc.. etc.. OK! É bacana, é legal esta história toda que toma conta do planeta e vende milhares de livros. Eu mesmo escrevi um para recém graduandos!</p>
<p> É positivo sim, mas CALMA LÁ!. <strong>Isto não é você!</strong> E você não deveria condicionar todo o seu bem-estar ao fato de conseguir ou não ser um sucesso profissional, muito menos deixar que seu ambiente de trabalho determine totalmente a qualidade de suas emoções.</p>
<p>O trabalho é sim importante, nos faz crescer, paga nossas contas, nos trás conforto e muitas vezes prazer, mas não esqueça de olhar para fora, de se alegrar, de assentar as bases de sua felicidade em você e naqueles a quem você ama.</p>
<p>Tenha um hobby, faça coisas divertidas que não tenham nada a ver com seu trabalho ou mesmo com sua turma de trabalho, toque um instrumento, pratique um esporte,  plante uma horta que seja, determine para si passeios semanais em lugares bacanas, enfim, tenha uma vida fora do seu trabalho!!!</p>
<p>Trabalho não é tudo na vida, e não deveria ser a única, nem mesmo a principal referência para definir se você é uma pessoa feliz ou não!</p>
<p>Enfim esta é a minha opinião, claro! Qual é a sua?</p>
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		<title>Profissionais competentes precisam de ambientes arrojados!</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 14:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualização]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por isto é muito importante que executivos e gestores de pessoas, antes de listarem todas aquelas...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/05/gato-por-lebre.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-494" title="gato-por-lebre" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2012/05/gato-por-lebre-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a>Toda empresa é preocupada em trazer para seu quadro os melhores profissionais. Procuram gente arrojada, dinâmica, esperta, pró ativa, responsável; tudo em busca de obter melhores resultados. E embora saibamos que o nível de qualificação geral do brasileiro ainda é baixa, muitas empresas conseguem sim, contratar gente com este perfil. E é aí que, em algumas delas, pode começar o problema.</p>
<p>Veja bem, se você comprar um carro esporte e colocá-lo para rodar em uma estrada de terra ou cheia de buracos, o que vai acontecer é que a velocidade deste carro, por mais potente que seja, será limitada pelas possibilidades desta estrada.</p>
<p>Coisa semelhante acontece em algumas empresas. Buscam no mercado profissionais arrojados, dinâmicos, realizadores, mas não apresentam um ambiente e um sistema de gestão favorável a tal postura. Resultado é que pagam por 100% da capacidade do profissional, e somente permitem que ele entregue parte disto. Em certos casos uma parte muito pequena!</p>
<p>Gente esperta, arrojada e realizadora precisa de liberdade para trabalhar, é como um carro potente que precisa de uma pista livre de buracos para exercer todo seu potencial. A diferença é que as pessoas, ao contrário dos carros, tomam decisões próprias, e podem rapidamente se frustrar frente a um ambiente que as impeça de desenvolver todo o seu potencial.</p>
<p>Por isto é muito importante que executivos e gestores de pessoas, antes de listarem todas aquelas características maravilhosas que buscam em um profissional, se façam a seguinte pergunta: Nosso sistema de gestão e nossa cultura permitem que profissionais arrojados possam desenvolver seu trabalho com liberdade?</p>
<p>Se a resposta for negativa, ou se contrata gente mais “reativa”, ou se modifica a cultura de gestão para permitir que gente competente possa trabalhar! Porque tenha certeza de que este profissional não vai ficar muito tempo na empresa, além de poder causar mal estar no clima com seu senso crítico afiado, apontando como o sistema é “travado”.</p>
<p>Ora, comprar gato por lebre às vezes a gente até entende, já que todo mundo pode se enganar. Agora, comprar uma bela de uma lebre e querer transformá-la num gato indolente, por favor né&#8230;.</p>
<p>Até mais!</p>
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