Por mais que se diga que a competitividade profissional de hoje torne as coisas mais difíceis, não se pode negar que jamais houve uma época com tantas possibilidades para os que se capacitam e decidem partir em busca de um objetivo. Isto porquê vivemos no capitalismo uma mudança inédita e que está pondo tudo de pernas para o ar. Com produtos e serviços ficando dia a dia mais parecidos, o ponto nevrálgico do sucesso das empresas deixa de de ser o capital de giro para ser o capital humano.
Uma das concepções mais atualizadas em relação à gestão de pessoas atual diz respeito à aplicação de um modelo participativo de administração nas empresas, no qual os próprios colaboradores são chamados a contribuir para o processo criativo e de melhoria contínua em busca dos objetivos da organização.
É por isso que as empresas estão tão exigentes em relação ao perfil das pessoas que contratam como empregados ou prestadores de serviço. Porque compreendem que a partir de agora as pessoas serão o cerne de todo o movimento que as permitirá permanecer verdadeiramente competitivas. E sabe de uma coisa, as elas estão ávidas por encontrar estas pessoas, e principalmente por conquistá-lás.
Sempre se ouve falar em revistas especializadas, que a maior dificuldade para as organizações hoje pouco tem a ver com falta de capital ou infra estrutura, o que falta é gente. Ou melhor, gente capacitada!
As empresas não dependem mais de ter dinheiro para ganharem a competição, elas dependem de idéias, de boas idéias!
Percebe a grande novidade aí?
Ora, o modelo do capitalismo tradicional sempre valorizou o aporte de dinheiro (capital financeiro), como fonte propulsora do desenvolvimento capaz de levar as empresas a obter o sucesso. Quem tinha dinheiro disparava na frente e fazia as coisas acontecerem. Não faz mais!



