A ordem tradicional e centenária do capitalismo sempre deixou claro uma coisa, mesmo que, às vezes, disfarçadamente: Manda quem pode (quem é empregador) e obedece quem tem juízo (quem é empregado).
Assim tem sido o mundo há muito tempo, e assim é o comportamento de muitos empresários, gestores e “empregadores”. Ainda existe neles a noção claríssima de que as pessoas precisam da empresa, mais do que a empresa precisa das pessoas.
Será mesmo?
É óbvio que mesmo hoje os “donos dos meios de produção” (ou prestação de serviços), ainda encontram-se econômica e, porque não dizer, socialmente acima daqueles que não são donos de nada além de suas próprias cabeças; estes são os que vendem sua “força de trabalho”.
No entanto, podemos observar de forma muito clara hoje a balança começando a pender para o lado do “mais fraco”! Por quê? Por um motivo simples: tem muito produto, serviço e tecnologia parecida no mercado, e cada vez mais a decisão de consumo de um cliente, ou a performance de uma empresa, depende menos de seu “dinheiro” e mais do comportamento de suas “pessoas”.



