Números, Futurologia e Estratégia
Publicado em 08/01/2008 por Luiz de Paiva
Você acompanha os números de seus mercados e da economia em geral? Planeja estrategicamente o futuro de sua empresa e sua carreira em função das variações destes números e das perspectivas de futuro?
Estive lendo um artigo do palestrante Moacir Moura no Portal O Gerente, que faz uma análise do crescimento de vários setores da economia, e me veio à mente que devemos parar pelo menos uma vez ao ano para realizar uma avaliação ampla do cenário. Isto é óbvio para as empresas grandes e médias (que normalmente já possuem a cultura ou obrigação de fazer isto regularmente), mas de todas as empresas e profissionais em geral.
Ao analisar os números da economia e do setor, pode-se ter uma visão que lhe dará um diferencial estratégico em relação aos demais.
O ano passado foi bastante positivo para a economia brasileira. Para este ano, as perspectivas macroeconômicas também são boas, mas existem obstáculos e considerações: controle da inflação, economia americana, valorização da moeda brasileira, entre outros. Estas perspectivas devem ser colocadas junto a uma análise microeconômica de seu setor, já que as realidades podem ser bastante diferentes.
Feitas as análises, você deve ser capaz de responder a estas questões:
Para sua empresa
- Qual é a previsão de mudança no mercado em que sua empresa atua?
- A empresa está pronta para este cenário?
- Quais medidas preventivas devem ser tomadas para aproveitar da melhor forma o cenário previsto?
- Quais são os riscos envolvidos e quais medidas corretivas serão tomadas se eles ocorrerem?
- A concorrência está mais preparada do que sua empresa para enfrentar este cenário?
Para sua carreira
- Como mudará o mercado de trabalho na área em que você atua?
- Há riscos de que seu emprego perca importância ou seja extinto?
- Há oportunidades em áreas em crescimento que você poderia aproveitar?
- Como deve se preparar para enfrentar as mudanças previstas em sua área de atuação?
Apesar dos riscos de 2008, as perspectivas são boas para a maior parte dos setores da economia brasileira… portanto sugiro que sigam as recomendações do Moacir:
Ação e agilidade. Sem reuniões para atrapalhar o trabalho de venda. Agora é hora de exercitar o que foi aprendido nos treinamentos. Raciocínio estratégico e aprimorar a engenharia operacional do negócio. Entrar no ritmo do mercado. Em grandes movimentos, o cliente é mais bem atendido que na calmaria. Ninguém anda calmamente, correm agitados. E não faltam argumentos para substituir um produto por outro. Ter a mercadoria vira diferencial. Aproveite!
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Engenheiro, Consultor e 

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