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Desenvolvimento Gradual do Escopo

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Publicado em 21/09/2008 por Luiz de Paiva


A forma do desenvolvimento do escopo varia muito por tipo de empresa, tipo de projeto, estilo (e autoridade) do gerente de projeto, entre outro fatores. Por isso, não é fácil definir a melhor ou pior forma de desenvolver o escopo de um projeto.

No entanto, há um tipo de projeto no qual o detalhamento gradual do escopo costuma trazer os melhores resultados: desenvolvimento de novos produtos.

Para deixar claro, por desenvolvimento de novos produtos estou me referindo à criação de algo realmente novo, e cujo projeto passará por fases que ainda não são totalmente conhecidas pelos membros da equipe. Não entram neste conceito os projetos que envolvem a adaptação de um produto a um novo cliente, por exemplo, já que nestes casos o processo costuma estar muito mais incorporado na empresa.

Posso citar 4 razões pelas quais não vale a pena detalhar o escopo logo no começo do projeto no desenvolvimento de novos produtos :

Clique aqui para ler o artigo completo…

Processos de Gerenciamento de Portifólio de Projetos

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Publicado em 08/09/2008 por Luiz de Paiva


O Gerenciamento de Portifólio de Projetos de uma organização envolve o uso de técnicas, processos e ferramentas para que seu conjunto de projetos sejam priorizados adequadamente, aproveitem da melhor forma os recursos disponíveis, e gerem os melhores resultados para os stakeholders.

O Peter Mello, da X.25 Treinamento e Consultoria, montou um fluxograma online que ilustra os processos recomendados pelo Project Management Institute.

Clique aqui ou na imagem a seguir para ver o fluxograma.


Leis da Gerência de Projetos

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Publicado em 02/09/2008 por Luiz de Paiva


Para relaxar um pouco, segue uma lista bem-humorada de leis da Gerência de Projetos. Esta lista foi enviada por um participante da lista E-plan.

Clique aqui para ler o artigo completo…

Principais Causas de Cancelamento de Projetos

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Publicado em 28/08/2008 por Luiz de Paiva


A Baseline Magazine publicou o resultado de uma pesquisa feita nos Estados Unidos com o objetivo de levantar as causas pelas quais um projeto “morre”.  Apesar da pesquisa ter sido realizada no exterior, e feita principalmente com profissionais de TI, acredito que é uma boa referência para qualquer projeto em qualquer segmento.  Os resultados foram:

30% por mudanças nas necessidades do negócio

23% porque o projeto não entregou o que era prometido

14% porque o projeto deixou de ser uma prioridade

13% devido a estouro do orçamento

7% porque não suportava a estratégia de negócios

4% por atrasos excessivos

O gerenciamento do risco deve levar em conta os diversos fatores que podem ter impactos positivos ou negativos no projeto, e esta pesquisa pode ajudar o gerente de projetos a ter em mente temas importantes durante a análise.

Um aspecto que achei interessante da pesquisa é que somente 40% das causas eram relativas a áreas de conhecimento “núcleo” de gerenciamento de projetos (2o item:  gerenciamento de escopo,   4o item:  gerenciamento de custos,  6o item:  gerenciamento de tempo).   Os demais 3 itens (1o, 3o e 5o) representam 51% do total e são relativos ao negócio em si.

Isto deve servir de alerta para o gerente de projetos.   Aqueles que ficam excessivamente focados no que acontece DENTRO do projeto podem deixar escapar fatores EXTERNOS que podem vir a influenciar significativamente o projeto.   Ter uma visão destes fatores externos (necessidade do negócio, prioridades da empresa e estratégia institucional) é uma capabilidade essencial para que se possa influenciar os acontecimentos e ajustar os rumos do projeto para que este sobreviva.


Problemas no Escopo do Projeto

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Publicado em 21/07/2008 por Luiz de Paiva


Recentemente um leitor do blog me enviou um e-mail perguntando sobre as consequências de um escopo mal definido no projeto.

Em minha visão, o escopo é simplesmente o aspecto mais crítico de um projeto.   Erros no escopo se espalham automaticamente por todos os outros aspectos do projeto.  A falta de atenção em sua definição pode trazer conseqüências bastante desagradáveis em termos de custos, prazos, comunicação e riscos.

Estive pensando em como um escopo poderia estar “defeituoso”, e cheguei a quatro aspectos que devem ser avaliados pelos Gerentes de Projeto para evitar dores de cabeça:

Clique aqui para ler o artigo completo…

Entrando no Meio do Projeto – As Soluções

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Publicado em 12/06/2008 por Luiz de Paiva



No último texto, falei sobre algumas das dificuldades que os Gerentes de Projeto podem enfrentar ao entrar em um projeto depois de seu início. Neste texto (sim, está um pouco atrasado…), vou dar algumas idéias sobre como contornar estas situações:

Clique aqui para ler o artigo completo…

Entrando no Meio do Projeto – As Dificuldades

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Publicado em 16/05/2008 por Luiz de Paiva



Todos sabemos que não são muitas as organizações que começam um projeto pelo gerente de projetos. Em muitos casos, o gerente é designado depois que algumas atividades já começaram. Em outros, piores ainda, a organização do projeto somente é considerada quando os chefes percebem que a coisa está “um pouco bagunçada”.

Para o Gerente de Projetos, isto pode ser um verdadeiro desafio. Como o assunto é extenso, resolvi escrever dois textos sobre o tema, um descrevendo as dificuldades e outro sugerindo algumas ações para contornar os obstáculos.

Então vamos às dificuldades:
Clique aqui para ler o artigo completo…

Projetos e Recursos Humanos

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Publicado em 25/04/2008 por Luiz de Paiva



Tive o prazer de ser entrevistado para uma matéria da revista Melhor Gestão de Pessoas (revista oficial da ABRH), que tratava da participação das áreas de Recursos Humanos em projetos. O contato para a entrevista partiu de minha série de artigos sobre Personagens de Projetos, e inclusive o conteúdo foi resumido em uma página completa da revista.

Realmente não são muitas organizações que possuem um departamento de RH realmente ligado à estrutura de projetos. Isto dificulta a vida de todos, já que o Gerente de Projetos tem maior dificuldade em montar uma equipe bem estruturada, enquanto os profissionais de RH acabam ficando sem uma visão clara das necessidades dos projetos.

A matéria traz diversos pontos interessantes para reflexão:

  • Softwares, metodologias e processos são somente ferramentas, mas não são eles que executam o projeto. Um projeto é feito de pessoas, e portanto o RH deve ser uma peça fundamental para seu sucesso.
  • O RH pode ajudar, e muito, na seleção de equipes. Para isto é importante que se conheçam os detalhes do projeto e os profissionais de RH tenham um treinamento em projetos para que conheçam as competências necessárias.
  • As práticas de Gerenciamento de Projetos são mais difundidas em áreas técnicas, como TI e Engenharia. Isto não é necessariamente uma dificuldade para os profissionais de RH, e pode ser na realidade um grande diferencial quando eles se capacitam para aplicar seus conhecimentos em Gestão de Pessoas nos projetos.
  • Um gestor de projetos é um gestor de pessoas (opa… frase minha!).
  • É muito importante que os novos gerentes de projetos tenham um treinamento específico em RH e que possam também contar com os profissionais de recursos humanos das empresas (ok… também é frase minha).

Fiquei muito satisfeito com o fato de uma publicação de Recursos Humanos ter dado atenção ao aspecto humano do Gerenciamento de Projetos. Certamente é um passo muito importante para uma convivência mais produtiva entre os Gestores de Projetos e os Gestores de Capital Humano.

A Evolução da Carreira do Gerente de Projetos

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Publicado em 24/03/2008 por Luiz de Paiva



Em muitas funções das empresas, a evolução do profissional segue um caminho relativamente linear. Os passos para chegar ao topo são de certa forma conhecidos, e muitas vezes até divulgados abertamente pela organização.

Na carreira de gerenciamento de projetos, a situação é um pouco diferente. Em primeiro lugar, a disciplina e os cargos de GP ainda estão nas fases iniciais de adoção por muitas empresas. Mesmo naquelas com maior maturidade na área, nem sempre há um caminho bem definido.

Isto, no entanto, não deve ser um fator de preocupação para o Gerente de Projetos. Quando seu trabalho é bem feito, ele adquire um conhecimento ímpar da organização, das pessoas e dos processos. Este conhecimento é um grande diferencial estratégico que o profissional tem em sua evolução. Um bom gerente de projeto se torna parte essencial da organização, um elo para que todas as áreas funcionem em harmonia.

Com isto em mente, imaginei os seguintes caminhos na carreira de um Gerente de Projetos:

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Quando o Otimismo é um Fator Negativo nos Projetos

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Publicado em 25/02/2008 por Luiz de Paiva


“O Gerente de Projetos deve limitar o otimismo no projeto”. Parece estranho dizer isso, não? Na realidade existe um otimismo bom e um otimismo ruim, o primeiro deve ser incentivado pelo Gerente, o outro combatido arduamente, pois pode ser um fator de alto risco para o fracasso do projeto.

A diferença entre os dois tipos de otimismo é o seguinte:

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